INCICLOPÉDIA

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O maior depósito de factos sem o minimo interesse que poderá encontrar.
Se é estupido, não tem qualquer utilidade e é de fonte duvidosa encontra aqui.

segunda-feira, 22 de fevereiro de 2010

Os espanhóis dizem que este é o «roubo do século»

Aconteceu no Campeonato da Europa de Futsal, nesta terça-feira, e deixou os espanhóis indignados. A meia-final com a Rússia foi decidida nas grandes penalidades, depois um nulo no final dos 40 minutos de jogo.

O guarda-redes espanhol, Luis Amado, defende um penalty de Cirilo. O capitão Javi Rodríguez está a um pontapé de colocar a Espanha nas meias-finais. Atira em força e faz golo. Festeja com os colegas, mas logo surge o apito do duo de árbitros: a dupla formada pelo francês Pascal Fritz e pelo croata Edi Sunjic não deu o golo aos espanhóis, para espanto e indignação dos mesmos.

Minutos de contestação, os juízes em diálogo com a mesa e uma só decisão: a bola não entrou. Só que, como vai poder ver no vídeo a seguir, a bola entrou e muito na baliza russa. Daí que os espanhóis tenham apelidado este como o «Roubo do Século». A Espanha acabou por vencer na mesma.

Minuto de silêncio por um morto que... estava vivo

Aqui há tempos, chegou ao Bishop Auckland FC a notícia da morte de Tommy Farrer. Sensibilizado, o clube decidiu homenagear o seu antigo jogador. Fez o anúncio no programa de jogo e guardou um minuto de silêncio antes da partida do domingo seguinte. Depois, o presidente ligou à viúva para prestar condolências. E ela disse-lhe para ligar mais daí a bocado, que o marido tinha ido só à rua comprar o jornal...

As notícias da morte de Tommy Farrer foram claramente exageradas. Há que dar o desconto. Alguém fez correr a história, e o clube já há muito tinha perdido o contacto com o senhor. Afinal, ele brilhou no «Two Blues», o nome por que é conhecido este clube amador inglês, pouco depois da II Guerra Mundial.

Tommy Farrer, que tem 86 anos, sorri e agradece ter vivido para saber da homenagem. «Fico muito sensibilizado por se terem dado a tanto trabalho por mim, já joguei por eles há muito tempo», disse.

Viu seis cartões vermelhos num jogo!

Paul Cooper vai entrar para a história. Não pelos feitos ao longo de 22 anos de carreira no futebol britânico, mas pelo que foi a sua última aparição em campo: viu seis cartões vermelhos num só jogo. Sim, seis.

Então foi assim. Era um jogo da Border Football Amateur League, entre o Hawick United, onde joga o nosso protagonista, e o Pencaitland. Cooper viu um segundo amarelo por protestos e o consequente vermelho. Mas não se ficou. E foi embirrar com o árbitro. Que lhe mostrou novos cartões vermelhos ao ritmo dos gritos e impropérios. Mais cinco, no total.

No fim disto tudo, Cooper foi suspenso por dois anos pela Liga escocesa. Posto isto, e com 39 anos de idade, vai pendurar as botas. «Foi uma reacção exagerada. Depois de ser expulso disse coisas ao árbitro que não devia. Mas senti-me muito frustrado, porque não tive a culpa no incidente que levou à minha expulsão. Depois do jogo fui ver o árbitro ao balneário e pedi-lhe desculpa por ter perdido a cabeça», conta, desolado.

Cooper, que por causa do seu emprego nem pôde estar presentes na audiência em que foi analisada a sua infracção, diz que não lhe resta alternativa: «Tenho que ir com a maré, aceitar isto e descobrir outra coisa que fazer ao sábado.»

Vancouver 2010: alemão parte dente ao morder medalha

O alemão David Moeller venceu a medalha de prata na modalidade de luge, nos Jogos Olímpicos de Inverno, que decorrem em Vancouver, no Canadá. No entanto, o germânico ficou mais conhecido por aquilo que aconteceu depois de receber a prata. Trincou a medalha e partiu um dente, de acordo com o «Bild Zeitung».

«Os fotógrafos queriam fazer uma foto com os atletas a morder as medalhas e eu rompi parte do incisivo superior», disse David Moeller, de 28 anos. O alemão resolveu a questão de modo rápido, uma vez que recorreu ao dentista que acompanha a delegação germânica. «Não é dramático e não dói», concluiu.

terça-feira, 22 de dezembro de 2009

África lança ‘camelos solares’


A paisagem desértica do Quénia e da Etiópia tem um novidade bastante curiosa: “camelos solares”. Conhecidos pela sua resistência em situações extremas, os animais estão a ser usados agora para carregar refrigeradores movidos à energia solar. O projecto inovador da Ihhabitat tem como objectivo levar remédios e vacinas a localidades pobres e remotas dos dois países africanos. Durante viagens nocturnas, a energia acumulada também é usada para acender lanternas.

Sexo sem preservativo pode melhorar saúde mental

Um artigo a ser publicado na mais recente edição do «Archives of Sexual Behavior» revela que a frequência de relações sexuais heterossexuais sem preservativo está associada a uma melhor saúde mental.
De acordo com a mesma fonte, o artigo vai causar polémica nos grupos que tentam combater a propagação de doenças sexualmente transmissíveis (DST) nos jovens. Porém, Stuart Brody, um dos autores do estudo, discorda desta questão ao considerar que não é o sexo desprotegido que propaga o vírus HIV, mas sim o sexo anal praticado com desconhecidos que podem estar infectados.
O estudo é da autoria dos investigadores Rui Miguel Costa e Stuart Brody, da Universidade do Oeste da Escócia. Os autores fizeram um inquérito, sob anonimato, a 111 homens portugueses e a 99 mulheres que responderam a questões sobre a sua vida sexual. Os resultados sugeriram que o «sexo é bom para prevenir a depressão, tendências suicidas e imaturidade emocional, mas que um preservativo evita esses benefícios», explica o «Independent».
Os resultados são os mesmos para os casais com relacionamentos estáveis ou para heterossexuais que têm relações sexuais esporadicamente. «As explicações possíveis para a interferência dos preservativos nos benefícios para a saúde do sexo vaginal incluem a bloqueio de agentes anti-depressivos e imunológicos no sémen e nas secreções vaginais e a redução da satisfação e intimidade sexual.

Os autores basearam-se em vários outros estudos para sustentar a tese controversa.

quinta-feira, 26 de novembro de 2009

2 NOTICIAS

A primeira com um final... arrepiante (na minha opinião)

Adoptado procura pai bilógico e descobre que ele é… Charles Manson!


Matthew Roberts quis desvendar o seu passado. Adoptado por uma família de Rockford (estado de Illinois, EUA) no início dos anos 70, o americano cresceu sem saber quem era o seu pai biológico. Décadas depois, decidiu investigar. E então veio a surpresa: o pai de Matthew é nada mais nada menos que Charles Manson!
Sim, o homem que durante cinco semanas em 1969, na companhia dos seus seguidores, assassinou nove pessoas na região de Los Angeles. Entre as vítimas, a actriz Sharon Tate (esposa de Roman Polanski), que estava grávida.
Depois da descoberta, o americano, de 41 anos, caiu em depressão, sentindo “o horror de ser filho de um monstro”. Matthew enviou cartas para a prisão na Califórnia onde Manson está. O condenado à prisão perpétua respondeu, assinando com uma suástica nazista (que também tem tatuada na testa).
“Eu não quis acreditar. Fiquei assustado e com raiva. É como descobrir que Adolf Hitler é o seu pai”, disse Matthew.
Matthew não sabia que era filho adoptivo até aos 10 anos. Há 12 anos ele procura “desvendar” o passado. Descobriu que foi dado para adopção pela mãe, Terry, que vive em Wisconsin. O nome de beatismo também veio à tona: Lawrence Alexander. Terry (a mãe) contou a Matthew que, como muitas outras jovens à época, acabou fascinada e seduzida por Manson. Mas numa carta ao filho, Terry afirmou ter sido violada por Manson numa orgia regada a drogas em 1967. Foi quando engravidou de “Matthew” e perdeu contacto com o lunático assassino.
“Eu não quero amá-lo, mas também não quero odiá-lo”, desabafou Matthew, que é poeta e trabalha como DJ em Los Angeles.


a outra com um final... digamos... feliz

Inglesa que tem 300 orgasmos por dia encontra companheiro à altura!

Uma mãe solteira com um “problema de saúde” que lhe dá 300 orgasmos por dia finalmente encontrou um homem para a manter satisfeita. Até aqui “usava” uma sequência de namorados para tal efeito.
Michelle Thompson, que sofre de Síndrome de Excitação Sexual Persistente, pensava que nunca iria encontrar o parceiro dos seus sonhos(e necessidades). Ela era muito exigente para todos os seus amantes anteriores.
Mas entretanto encontrou no seu vizinho Andrew Carr, de 32 anos, o seu parceiro ideal já que ele é tão “maroto” como ela, e eles fazem amor 10 vezes ao dia.
Segundo a própria: “O Andrew mudou a minha vida. Já não estou à procura de uma cura para o meu problema com os orgasmos. Já o descobri!”
Acrescenta ainda: “Agora eu tenho um enorme sorriso no rosto durante todo o tempo, e não é apenas por causa do orgasmo.
O “problema” raro de Michelle significa que ela anseia por sexo e clímax a qualquer momento e em qualquer lugar.
Inclusivamente ela já teve que deixar o emprego numa fábrica de biscoitos.
“Eu sei que eu tenho sorte de ter tantos orgasmos quando há mulheres que nunca tiveram um. Mas esta situação arruinou a minha vida amorosa”.
O primeiro namorado de Michelle saltou fora pois dizia não poder aguantar as suas exigências. Ao longo de vários anos, outros “saltaram fora” dizendo que eram hoemns e não máquinas.
Alguns diziam-se garanhões mas quando chegava ao “vamos ver” pediam para parar.
Ela acrescentou: “Alguns achavam que eles estavam certos garanhões e eu amei limpando o sorriso maroto do rosto e ouvi-las me pedindo para parar.”
Então, em maio ela conheceu Andrew, um industrial divorciado que vive perto de si. A partir daí, Michelle faz o percurso entre as casas de ambos para ter sexo, o que chega a acontecer 10 vezes por dia! Já pensam inclusivé morar juntos logo que tenham condições para tal.
Eu estive à procura de alguém como Andrew durante muito tempo, e eu finalmente sinto que estou no céu”.